Olá Amigos!
Como sempre, depois dos sinos
de Natal e dos pandeiros do Carnaval, recomeçamos, com muita
fé e energia, a trilha em busca de resultados!
Nessa nossa busca constante, o
compartilhamento de experiências é um fator importantíssimo,
portanto, gostaria de explorar um assunto muito interessante e,
que a meu ver, motivará uma série de reflexões
entre os Consultores como eu, de procedimentos cooperativos ao
invés de competitivos.
Na Revista Você S/A, edição
79 de janeiro de 2005, li um artigo de Anne Dias com o seguinte
título: ‘VENCER É TUDO”
Esse artigo apresenta o americano
John Beck, de 44 anos, presidente da Consultoria North Star Leadership
Group, especializada em pesquisas e treinamento, além de
professor na Universidade de Ontário, que coordenou uma
pesquisa sobre a geração “gamers” que começam
a chegar ao poder nas empresas.Ele diz que os jovens executivos
já começaram a comandar algumas empresas mas nos
próximos dez anos todas as organizações terão
pelo menos um “gamer” como líder!
Ele também afirma ser inevitável
a liderança desses “gamers” no futuro. Esses profissionais
são supercompetitivos, autoconfiantes e adoram arriscar!
Emocionalmente são instáveis e tendem a ser centralizadores!
Esse artigo realmente me causou
uma certa preocupação, por isso esta provocação
para uma reflexão individual, principalmente dos profissionais
da área de Recursos Humanos.
Nos últimos tempos, nós,
profissionais de RH, temos investido muito forte em ferramentas
de treinamento com espírito cooperativo, auxiliando o tipo
necessário de relacionamento interno, no compartilhamento
de soluções para melhoria da saúde organizacional,
na administração de planos de benefícios altamente
motivadores e, de repente, nos deparamos com uma “pesquisa” que
nos sinaliza que os futuros líderes possuem a ética
dos “games”? O que vem a ser exatamente isso? O autor da pesquisa
diz que os “gamers” buscam sucesso a todo custo, porque cresceram
acreditando que sempre há uma maneira de ganhar!
Eu simplesmente pergunto: qual é essa
maneira? Por cima de quem ou do que? Como nós profissionais
de Recursos Humanos devemos nos posicionar nessa questão?
Abraços e até a
próxima! |
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